quarta-feira, 15 de abril de 2009

Felicidade em curto prazo

Cada um de nós almeja um tipo de felicidade. Pode ser um amor para toda a vida, um emprego que lhe renda um bom salário e prazer, a felicidade futura dos filhos, a compra da casa própria, um carro zero, e por aí vai...

Muitos de nós acabamos fazendo dela algo palpável, quando na verdade a felicidade nada mais é do que a nossa simples realidade psicológica, isso mesmo, podemos somatizar pensamentos positivos que ela virá. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a felicidade não é nenhuma entidade, ela não existe concretamente, não é um ser. É algo abstrato, a sentimos.

A maioria das pessoas considera a felicidade sua principal finalidade, e vai em busca dela até o fim da vida. A psicologia explica o motivo. Desde seu nascimento o bebê é totalmente dependente da mãe, é fundamental para sua sobrevivência. Na sua mente ele e a mãe são somente um ser, pois fazem exatamente as mesmas coisas. Com o passar do tempo isso começa a mudar, o bebê já está maior e percebe que ele e a mãe já não são mais as mesmas pessoas. A partir de então ele passa a ter um vazio existencial e procura preencher esse vazio buscando a felicidade em outras coisas.

Há quem acredite que a felicidade é algo mágico, outros pensam que deve ser perpétua, outros já dizem que é fruto do acaso – quem tem a felicidade é sortudo, quem não a tem, não é - e a maioria das pessoas faz da felicidade puro saudosismo, diz que ela existiu somente no passado.

A felicidade está nas mínimas coisas que vivenciamos no nosso dia-a-dia. Seja no trabalho, ao atravessar a rua, passear pela calçada, estar com os amigos, ficar à toa. O ideal é fazer o que mais lhe dá prazer na vida e acima de tudo sem medo de ser feliz. Mas faça agora, seja feliz agora. Muitas vezes nos focamos em algo e deixamos de fora tudo que está ao nosso redor. Perdemos tantas oportunidades... inimagináveis!

Nunca esqueça de ter um objetivo na vida, mas jamais depender dele para ser feliz e mantenha sempre na mente os melhores momentos que já vivenciou, renegá-los é ser ingrato consigo mesmo. Afinal, para que buscar a felicidade se não iremos lembrar dela mais tarde?

Ah, ia esquecendo. Nunca desfrute a felicidade egoísta e mesquinhamente, sempre há com quem compartilhar!

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